Dei-me por vencido com aquela erva. Como não a consigo eliminar, aceito resignado o seu convívio. E decididamente, tenho é que aprender a viver com ela.Sempre resisti dois anos, numa luta esforçada para ver se me via livre dela; mas com as suas sementes saltitonas a “dispararem” a partir de uma vagens “explosivas” que se criam num ápice – mais ou menos, “enquanto o diabo esfrega um olho” – é quase impossível a sua erradicação.Assim, com a falta de tempo por um lado e de mais dedicação e cuidados atempados por outro, a referida erva saltitona não me dá tréguas. Depois e também, elas aparecem por todo o lado, mesmo onde não as havia anteriormente, assim sendo... encolho os ombros e vou dedicar-me mais a outras causas que o quintal me solicita.Agora, resta-me perceber melhor a sua biologia e tentar descobrir-lhe algum ponto fraco; ou então, aproveitar algumas das suas possíveis valias e melhores particularidades.E aprender a ver nela, a sua beleza interactiva, mesmo que explosiva e outras possíveis maravilhas da criação. E quem sabe... passar a gostar mesmo dela.
Para já, dei-me por vencido, embora não suficientemente convencido.