ATÉ O SOL
Dei por mim à dias a “vender” a Natureza,
O ar puro, as águas cristalinas,
Todas as ribeiras e toda a serra
... e até o sol.
Mas, eu simplesmente quis (e quero)
Dar a conhecer,
Proporcionar a descoberta,
Participar na escolha
E fazer gozar toda esta dádiva a sol aberto
E a plenos pulmões,
A quem me quis (e quiser) ouvir.
Afinal,
Eu não vendo nada.
Eu dou é tudo
... até o sol!
_________________
José Porvinho (José Pais)